A Palavra Progresso na boca de minha mãe soava terrivelmente falsa- quartas e quintas às 21h

A Palavra Progresso na boca de minha mãe soava terrivelmente falsa

de Matéi Visniec

 

Em uma terra marcada pelo sangue de diversos conflitos que percorreram sua história, camadas de mortos gritam do subsolo por absolvição ou por uma simples recordação. Na busca pelos filhos perdidos, reflete-se a dor dos povos pela memória esquecida, soterrada na vala comum. Sem nome, sem pátria, sem história.

No fim das contas, o direito à memória é o direito ao esquecimento dos corações atormentados por fantasmas vitimados pelo terror da intolerância vivida no continente europeu. A peça traz, na dor das consequências sofridas pelas pessoas comuns, a revelação de uma situação que ainda se perpetua.

 

Texto: Matéi Visniec. Tradução: Luiza Jatobá. Direção: Reginaldo Nascimento.

Elenco: Barbara Bernardes, Beatriz Alves, Camila Brandão, Déris Allves, Elvis Zemenoi, Felipe Oliveira, Fernanda Tessitore, Francisco Cruz, Geni Sau, Rafa Anastácio, Reinaldo Fonseca, Rogério Pérez, Simone Cardozo, Stella Obelenis e Tom Freire. Músicos: Rogerio Pérez, Tom Freire, Rafa Anastácio e Déris Alves.

Duração: 1h40 minutos.

Classificação: 14 anos.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (+60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino).

 

De 02 de agosto a 19 de outubro

Quartas e Quintas, 21h

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